
Lutero Rodrigues
Conselheiro artístico da Camerata Aberta, dirigiu e coordenou eventos, cursos e festivais de música, destacando-se o Festival de Inverno de Campos do Jordão, do qual foi diretor artístico durante 4 anos (1987 a 1990) e diversas edições das Oficinas de Música de Curitiba. Foi regente titular e diretor artístico da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro de Porto Alegre, regente e coordenador musical da Sinfonia Cultura - Orquestra Sinfônica da Rádio e TV Cultura.
Dedicando-se cada vez mais, à pesquisa, divulgação e interpretação do repertório brasileiro, já dirigiu cerca de 500 obras de mais de uma centena de autores brasileiros, 120 das quais em estréia mundial. Em 2002, foi eleito membro da Academia Brasileira de Música. Como regente convidado, já dirigiu as principais orquestras brasileiras e atuou em diversos países: Alemanha, Costa Rica, México, Espanha e Dinamarca. Nos últimos anos, tem exercido também a atividade de professor universitário, tendo concluído, em 2009, o doutorado em Musicologia, na ECA, USP e ingressado, em 2010, como professor do Instituto de Artes da UNESP.

Eduardo Leandro
Eduardo Leandro é professor de percussão no Conservatório de Genebra, professor e regente do grupo de música contemporânea da Universidade Stony Brook, em Nova York. Durante oito anos, ele foi diretor de estudos de percussão na Universidade de Massachusetts em Amherst. Toca regularmente com o New York Chamber Symphony, a American Symphony Orchestra, a Orpheus Chamber Orchestra, o Steve Reich Ensemble, Sequitur Ensemble, e o Bang on a Can All-Stars. Recentemente foi membro do júri no Concurso Internacional de Marimba de Osaka. Foi também percussionista principal com o Grupo Champ d’Action na Bélgica e tocou regularmente com a Orquestra da Concertgebouw na Holanda e o Grupo Contrechamps na Suíça.
Como regente, apresentou algumas das peças mais importantes do último século, tais como Pierrot Lunaire e Sinfonia de Câmera de Schönberg, o Concerto para 13 instrumentos e o Concerto de piano de Ligeti, Les Oiseaux Exotiques de Messiaen, Palimpseste de Xenakis e Dérives I de Boulez. Ele também regeu mais do que trinta estreias para grupo de câmara e uma grande parte do repertório para grupo de percussão.
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Guillaume Bourgogne
Estudou no Conservatório de Paris com Jean-Sébastien Béreau e Janos Fürst. Aperfeiçoou-se com Vitaly Kataev, Jacques Mercier, John Nelson, Jorma Panula e Renato Rivolta. Desde 2003, dirige a Orquestra Gulbenkian, de Lisboa. Regeu as orquestras de Lion, Filarmônica de Nice e de Seul, Nacional Bordeaux-Aquitaine e a Camera Aberta da Tom Jobim EMESP. Ao lado do compositor Jérôme Combier, é diretor musical do conjunto Cairn e colaborou com os grupos Les Temps Modernes e Ensemble Orchestral Contemporain.
Gravou com o Quarteto Habanera Mysterious morning, premiado com o Diapason d’Or (2001). Desde 2000, é diretor musical da Orquestra Synaxis, que gravou os álbuns de Yann Tiersen L’absente e C’était ici ao vivo, além das trilhas sonoras para os filmes O Fabuloso Destino de Amélie Poulain e Adeus Lênin!, vencedor do prêmio Victoire de la Musique (2004).